Carro de Som – Desculpem a nossa falha

Problemas técnicos inviabilizaram a ida ao ar do programa Carro de Som, na Rádio Universitária, agora a tarde. Por isso, aí vão alguns dos textos que iriam ao ar no programa de hoje. Clique nos links abaixa e confira o conteúdo da edição de hoje do programa:

NOTÍCIAS CARROS:

Felipe Muniz

Em 2002, a Volkswagen ingressou no mundo dos utilitários esportivos com o Touareg. Cinco anos depois, a marca desceu um degrau e lançou o Tiguan, primeiro representante dos alemães entre os SUVs compactos e que acaba de chegar ao Brasil.

Internamente, o painel é o mesmo do Golf Plus, espécie de monovolume baseado no Golf vendido apenas no Velho Continente. Os instrumentos são parecidos com os do Jetta, assim como o volante de três raios. Outras peças também são provenientes do Golf europeu, como o controle do ar-condicionado digital e o sistema de som com reprodução de arquivos em MP3.

O Tiguan, que teve nome escolhido por leitores de uma revista alemã vem bem equipado de fábrica. Airbag duplo frontal, airbags laterais e do tipo cortina trabalham em conjunto com o sistema de freios anti-travamento, o ABS e o controle de estabilidade, ESP, para garantir a segurança dos ocupantes.

Ar-condicionado com duas zonas de regulagem, sensores de estacionamento, rodas de liga leve de 17 polegadas, monitoramento da pressão dos pneus e o engenhoso sistema Auto Hold, que impede que o veículo recue em aclives até que o motorista acelere compõem a lista de itens de série. Teto solar panorâmico, faróis de xenon direcionais e rodas de 18 polegadas são oferecidos como opcionais.

No Brasil, o Tiguan será vendido em uma única versão, equipada com o motor 2.0 TSI, equipado com injeção direta e capaz de gerar 200 cavalos. Segundo dados da montadora, o SUV acelera de 0 a 100 quilômetros por hora em oito segundos e meio e chega a 207 quilômetros por hora. Entre seus concorrentes, o Tiguan deve encarar os SUVs asiáticos, como Hyundai Tucson, Honda CR-V e Toyota RAV-4.

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A Chevrolet anunciou nesta segunda-feira, 4 de maio, o lançamento da linha 2010 do Celta. O hatchback chega às concessionárias com poucas alterações em relação ao modelo 2009. A mudança mais significativa é a adoção de um novo controle do acelerador eletrônico, que, segundo a GM, “elimina o cabo do acelerador e melhora sua dirigibilidade”.

Sob o capô, o Celta utiliza o motor 1.0 VHCE, adotado no modelo desde janeiro de 2009. O conjunto, que gera 78 cavalos com álcool e 77 cavalos se abastecido com gasolina, deixou o carro mais econômico. Segundo dados divulgados pela montadora, quando abastecido com gasolina, o hatch faz 13,8 quilômetros por litro na cidade e 16,9 em percurso rodoviário.

Disponível nas versões Life e Spirit, o Celta passa a oferecer, opcionalmente, sistema central de travas elétricas das portas e vidros elétricos nas portas dianteiras, que contam com sistema “um toque”, dispositivo antiesmagamento e fechamento automático. Atualmente, o Celta é o modelo mais vendido da Chevrolet no mercado brasileiro.

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O GTA Spano é um super carro espanhol, que está sendo apresentado ao mundo. Ele usa um motor V10 de Dodge Viper, produzindo 780 cavalos de potência, e alcançando mais de 350 quilômetros por hora. O teto do Spano é de vidro, que conta com um ajuste de opacidade, para impedir a entrada de muita luz solar, e também tem pequenas saídas de ar, na parte traseira, para ajudar a resfriar o motor.

As portas não tem maçanetas, as rodas são de 19 polegadas atrás e 20 polegadas na frente, e tanto o aerofólio quanto as saídas de escape são bem grandes. O interior é pobre, como o da maioria dos super carros, mas alguns toques nos ajudam a gostar dele, como por exemplo um display LCD no painel, que serve como visor traseiro na hora de estacionar.

O motor 8.3 V10 de 780 cavalos não apenas leva o GTA Spano a uma máxima de 350 quilômetros por hora, mas também acelera de 0 a 100 em apenas 2,9 segundos. O câmbio pode ser manual ou um automático, ambos com sete marchas, com as trocas feitas atrás do volante. O chassis do Spano pesa apenas 56 quilos, pois é feito de fibra de carbono, titânio e kevlar. O peso total do esportivo é de 1.350 quilos. 

NOTÍCIAS AUTOMOBILISMO:

Hélio Rocha

O inglês Max Mosley, presidente da FIA, rebateu as críticas de Luca di Montezemolo, presidente da Ferrari, a respeito do novo teto orçamentário de 40 milhões de libras, cerca de 130 milhões de reais que as equipes de Fórmula 1 terão de obedecer a partir da próxima temporada.

“A Fórmula 1 pode sobreviver sem a Ferrari”, foi o que disse Max Mosley. O presidente da entidade máxima do automobilismo mundial garante que a redução de gastos das equipes de Fórmula 1 é fundamental para a saúde financeira da categoria a curto e a longo prazo e reforçou que a FIA não vai voltar atrás.

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A controversa regra que dá o título de campeão mundial de Fórmula 1 ao piloto que vencer mais corridas, e não o que acumular mais pontos, foi oficializada para o campeonato de 2010. A FIA já havia tentado instituir o sistema no começo do ano, para a atual temporada, mas voltou atrás.

Desta maneira, se um piloto ganhar cinco corridas e não completar nenhuma outra etapa, ele ganhará o título de um outro piloto que tiver vencido quatro vezes e tiver terminado em oito oportunidades no segundo lugar, por exemplo.

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O piloto Allan Khodair manteve a tradição da Stock Car neste começo de temporada, já que quem largou na frente venceu a corrida. Depois de conquistar a primeira pole position na categoria, o paulista não teve dificuldade para ganhar pela primeira vez.

O piloto da Full Time não tomou conhecimento dos adversários e venceu com extrema facilidade. Khodair cruzou a linha de chegada com mais de três segundos de vantagem para o segundo colocado, Antônio Jorge Neto. Nem uma entrada do safety car, quando faltavam nove passagens para a bandeira quadriculada, ameaçou a vitória do paulista.

Cacá Bueno, por outro lado, não ficou satisfeito com o resultado final da etapa de Brasília da Stock Car. O bicampeão fazia uma boa prova e estava entre os cinco primeiros, quando o pneu traseiro esquerdo de seu carro furou. O carioca fez um pit stop, mas voltou para a pista com uma volta de desvantagem para os ponteiros da corrida.

Ele afirma que o carro vinha muito bem até o pneu furar, e que acredita que tinha totais condições de terminar no pódio. Isto, pelo resultado final da corrida, o teria colocado na liderança do campeonato.

RETROVISOR:

Bruno Guedes

Na próxima sexta-feira, vão ser completados 27 anos da morte de um dos nomes mais lembrados da história do automobilismo, o canadense Gilles Villeneuve. E agora no Retrovisor vamos falar mais um pouco do piloto.

Joseph Gilles Henri Villeneuve nasceu em Berthierville no dia 18 de janeiro de 1950. Ele teve uma estréia tardia no automobilismo, correndo na Fórmula Atlantic apenas aos 25 anos de idade. E já no ano seguinte foi campeão norte-americano e canadense da categoria.

Em 1977, após ser bi-campeão canadense da Fórmula Atlantic, Villeneuve participou de uma corrida no Canadá, que contou com a presença de pilotos da Fórmula 1, derrotou e impressionou o então campeão mundial James Hunt. A vitória lhe rendeu um convite para disputar o Grande Prêmio da Inglaterra, em Silverstone, com um terceiro carro da equipe McLaren.

E na sua estréia, correndo com um carro de três temporadas anteriores, Villeneuve largou a frente de um dos carros titulares da equipe. Durante a prova, problemas mecânicos o fizeram terminar na décima primeira posição. A McLaren não convidou mais Villeneuve para as provas seguintes, mas seu estilo arrojado rendeu ao canadense um convite para ser piloto da equipe Ferrari, ainda em 1977, para ser companheiro do argentino Carlos Reutemann.

Na última prova da temporada, o Grande Prêmio do Japão, um grave acidente. Villeneuve bateu com o sueco Ronnie Peterson e seu carro foi lançado na direção de dois espectadores que assistiam a prova em local proibido e que morreram. No ano seguinte, o canadense seguiu na Ferrari, ao lado de Reutemann. Villeneuve acabou na nona posição do campeonato ao lado de Émerson Fittipaldi da Coopersucar, ambos com 17 pontos.

Em 1979, Villeneuve teria como companheiro na scuderia vermelha, o sul-africano Jody Scheckter. E o domínio da Ferrari foi absoluto, com primeiro e segundo lugar no campeonato. Mas, o canadense foi superado pelo companheiro por quatro pontos de diferença. Depois disso, a equipe italiana declinou e Villeneuve fez duas temporadas ruins. Mas, em 1982, a situação mudou.

O desenvolvimento dos motores turbos, já na temporada anterior, colocou a Ferrari na condição de favorita. Porém, o início da equipe foi péssimo. Nas três primeiras corridas apenas um ponto marcado com Didier Pironi. Mas, na terceira corrida em San Marino uma dobradinha polêmica, que expôs uma briga interna entre os dois pilotos. Villeneuve que era considerado o número um foi ultrapassado nas voltas finais e não escondeu a demonstração.

Mas, a rivalidade não pode ir muito longe. Na disputa para superar o melhor tempo feito por Pironi no treino de classificação, Villeneuve estava em sua última volta rápida quando encontrou, em uma curva de alta velocidade, o March do alemão Jochen Mass em velocidade menor. As rodas dos carros se tocaram e a Ferrari foi lançada ao ar, seguindo-se uma seqüência de capotagens que partiu o cockpit ao meio e arremessou o corpo de Villeneuve para o outro lado da pista. O canadense não estava respirando quando a equipe de socorro chegou ao local, mas só foi oficialmente declarado morto mais tarde, em um hospital belga.

CARRINHO DEBATE-BATE:

Dudu Simonette

O brasileiro Rubens Barrichelo, piloto da Brawn GP, é o vice-líder da atual temporada da Fórmula 1, com doze pontos a menos que o líder e companheiro de equipe, o inglês Jenson Button.

Apesar da diferença, Barrichelo afirmou que, em virtude do desempenho dos dois nos últimos três anos, sabe que pode ser mais rápido que Button. Além disso, o piloto, considerado por muitos, aposentado, no final do ano passado, garantiu que ainda pode correr por mais dois ou três anos de maneira competitiva.

Será que ele ainda tem gás pra mais três anos e pra superar o inglês? Opine.

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