Zico abre as portas de casa para família de pequeno xará

No Brasil, uma nação eternizou um nome: Arthur (mas pode ser Artur também, não tem problema). Incomum é o flamenguista fanático que não batiza algum dos filhos com o nome de Zico, maior ídolo da história do clube da Gávea. Não são todos, no entanto, que recebem convite do Galinho para visitá-lo com o pequeno xará. Foi o que aconteceu neste domingo com Luiz Paulo Cabral, administrador de empresas, que vive em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Zico brinca com o pequeno xará juiz-forano

Tudo começou meses atrás, quando o rubro-negro – que também é blogueiro e capitaneia o Resenha Esportiva – estabeleceu contato com Zico através do celular. A ideia inicial era apenas contar ao herói que seu nome, mais uma vez fora eternizado em um pequeno rubro-negro, que hoje tem um ano e um mês. Inesperada, a primeira resposta foi um convite para um encontro futuro.

Antes de partir para o Rio de Janeiro, onde acompanharia o Rio Open neste sábado, Luiz Paulo enviou uma nova mensagem para o Galinho. No domingo, enquanto almoçava e se preparava para retornar para casa depois de algumas horas na praia, recebeu a mensagem que nunca esperou ler. Era Zico fazendo a convocação para uma Copa do Mundo: a visita a sua casa.

“Eu tremia. Tinha que ir do Flamengo até a Barra, mas errei o caminho umas três vezes e tive que fazer retorno. Fui parar na Tijuca e depois na Lapa, mas quando cheguei foi que tremia mais ainda”, explicou o administrador de empresas.

Horas depois da conversa com o ídolo, que durou cerca de 30 minutos, Luiz Paulo não escondia a emoção. Para ele, o encontro pode ser resumido perfeitamente por uma palavra: “simplicidade”. A tarde nada teve de rei com súdito, e sim de um anfitrião como qualquer outro, que recebia uma família de amigos.

“Ele brincava com o Arthur como se fosse seu neto, e ainda brincou dizendo que o Arthur iria paquerar a Sofia, netinha mais nova dele, daqui uns anos”, se divertiu o papai coruja.

Antes do adeus, o próprio Zico convidou toda a família para a última foto

O pai do pequeno confessou que não segurou as lágrimas no retorno do Rio de Janeiro para Juiz de Fora. Também contou que, para surpresa de amigos, não pediu autógrafo do craque.

“Aquela foto dele pegando o Arthur vale mais que qualquer rabisco que pode sair com o tempo”, encerrou Luiz Paulo, que nunca esquecerá dos momentos com o ídolo, que sem entrar em campo, marcou mais um gol numa tarde de domingo.

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