FERJ lidera arrecadação em torneio com clubes no vermelho

Um levantamento feito por Matheus Mandy, ex-dirigente do Paduano (que já foi personagem do Quatro Linhas no ano passado ao revelar que o clube só tinha R$ 3,25 em caixa no meio da temporada), ajuda a entender a falência do modelo atual do futebol brasileiro, em que clubes agonizam enquanto as federações não se envergonham em faturar. Derruba também a ideia de que sem os Estaduais os clubes pequenos morrerão.

Bonsucesso, campeão da Série B em 2013, se livrou de prejuízo certo neste ano

Bonsucesso, campeão da Série B em 2013, se livrou de prejuízo certo neste ano

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Red Bull vira vítima das “forças ocultas” da Fórmula 1

O Quatro Linhas sairá hoje dos campos e partirá para os autódromos com o assunto Fórmula 1, já que a temporada 2014 do Campeonato Mundial terá início na próxima semana. De antemão aviso que eu mesmo desconfio do que virá na sequência deste texto, em que vou desenvolver a teoria do meu pai, que não deixa de fazer sentido neste ano de enfraquecimento da Red Bull, tetracampeã mundial de construtores, e escuderia de Sebastian Vettel, também dono de quatro títulos.

Vettel #xatiado ao saber que dificilmente conquistará quinto título

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Acadêmicos da Boleiragem: nota 10!

Carnaval é festa, é alegria, mas nem todo mundo gosta. Quando chega essa época do ano, muita gente encontra refúgio no futebol para passar tranquilo os dias do Reinado de Momo. Para contextualizar com a folia, nada melhor do que tentar mostrar quem é melhor em alguns quesitos, que podem ser levados da avenida para dentro do gramado. Continuar lendo

Zico abre as portas de casa para família de pequeno xará

No Brasil, uma nação eternizou um nome: Arthur (mas pode ser Artur também, não tem problema). Incomum é o flamenguista fanático que não batiza algum dos filhos com o nome de Zico, maior ídolo da história do clube da Gávea. Não são todos, no entanto, que recebem convite do Galinho para visitá-lo com o pequeno xará. Foi o que aconteceu neste domingo com Luiz Paulo Cabral, administrador de empresas, que vive em Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Zico brinca com o pequeno xará juiz-forano

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Futebol mineiro é bão demais!

por Felipe Muniz*

Não é grande novidade em Minas que Cruzeiro e Atlético estão em patamar superior dos rivais no Estadual, distância que ficou evidente na noite desta quarta-feira, com as vitórias sobre Guarani e URT, respectivamente, que serviram para dar moral a um técnico que provoca desconfiança, mas também para aumentar a ansiedade pela primeira exibição da dupla em casa pela Libertadores.

Juntos, mas separados: Cruzeiro e Atlético lutam para ampliar domínio mineiro em 2014

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É tudo coincidência!?

Depois da polêmica envolvendo dois lances do clássico de ontem entre Vasco e Flamengo, pelo Campeonato Carioca, listo alguns confrontos dos últimos anos em que a arbitragem também pendeu para o lado rubro-negro, e que certamente provocaram reações de “ah, mas a arbitragem erra para os dois lados”, como forma de contemporizar.

O gol que só Rodrigo Cavalheiro não viu é mais um caso em longa lista

Desde o primeiro citado são 16 clássicos disputados, o que significa que pelo menos 25% tiveram influência direta da arbitragem a favor do mesmo lado. E pior, ninguém foi afastado, punido, ou algo parecido. Lamentável.

Erros de arbitragens recentes pró-Flamengo em clássicos contra o Vasco:

11/04/2010
Semifinal da Taça Rio
Flamengo 2 x 1 Vasco
– pênalti inexistente marcado em Léo Moura que resultou no segundo gol do Flamengo
– mão na bola de Williams não marcada a favor do Vasco (imagem aqui).

26/08/2011
19ª rodada do Brasileiro
Flamengo 0 x 0 Vasco
– pênalti não marcado de Léo Moura em Bernardo nos minutos finais do segundo tempo.

04/12/2011
38ª rodada do Brasileiro
Vasco 1 x 1 Flamengo
– pênalti não marcado de Williams em Diego Souza (vídeo aqui).

16/02/2014
8ª rodada do Carioca
Vasco 1 x 2 Flamengo
– gol não marcado de Douglas a favor do Vasco.
– gol duvidoso validado a favor do Flamengo (imagem do Sportv aqui).

Obrigado Reizinho! Até pelo gol que você não fez

Lembro de um gol que Juninho nunca fez, num jogo em que ele não atuou, o primeiro que vi no Maracanã, aos 12 anos de idade – vitória do Vasco sobre o Fluminense por 5 a 3, em 1996. Até anos atrás, na minha cabeça o Reizinho havia marcado naquele jogo. Não o fez, assim como não pisou no gramado. Acho que só um grande craque conseguiria fazer um torcedor criar uma recordação assim.

Juninho virou Reizinho e fez do Vasco seu lugar

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História de Bruno Ribeiro no Esporte@Globo de BH

Desde o momento em que o texto com a história de superação do jornalista Bruno Ribeiro foi ao ar, a repercussão era enorme, com muita gente interessada em divulgá-la.

No mesmo dia, o repórter da Rádio Globo de Juiz de Fora deu entrevista para o programa Esporte@Globo da Rádio Globo do Rio de Janeiro (ouça aqui), comandado por Édson Mauro. No dia seguinte, eu e meu xará conversamos com a galera de outro Esporte@Globo, desta vez o de Belo Horizonte.

Confiram o papo na íntegra: https://soundcloud.com/bruno-guedes-45/brunos-no-esporte-globo

Hangout: as sedes da Copa do Mundo de 2014

Participei nesta terça-feira de um hangout promovido pela Central do Futebol, que discutiu a estrutura das sedes da Copa do Mundo de 2014. Luís Paulo Knop, do blog Resenha Esportiva, comandou o papo, que ainda contou com José Henrique Mota, do blog Canelada, e Marcelo Prata, produtor do Esporte Espetacular. Confiram como foi esta conversa:

Com olhar renovado, repórter celebra “milagre” na primeira rodada do Mineiro

Por Bruno Guedes.

O Tupi estreou no Campeonato Mineiro neste domingo, empatando com o América no estádio Independência em 1 a 1. Fora das quatro linhas, ao menos uma pessoa pôde se sentir vencedora: o repórter Bruno Ribeiro, da Rádio Globo de Juiz de Fora, que acompanhou tudo com um novo olhar, graças ao que define como “milagre”.

Bruno Ribeiro, antes do clássico entre Atlético e Cruzeiro que reinaugurou o Mineirão

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Calendário apertado gera alto número de jogos “em casa”

Dias atrás, o comentarista da ESPN Gustavo Hofman citou o termo “saudade” para falar sobre o começo dos campeonatos estaduais. Segundo ele, não houve tempo para que o brasileiro sentisse falta de acompanhar seu clube. Na realidade, não houve tempo para o torcedor saber que saudade era essa durante todo ano de 2013.

Estádios vazios estão virando maioria no futebol brasileiro

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Reencontro com o clássico Elifoot II

O primeiro post de 2014 – aliás, deixo aqui o desejo de Feliz Ano Novo para todos os leitores do Quatro Linhas – é absolutamente nostálgico. Vamos falar de Elifoot, joguinho de DOS que foi febre durante muitos anos e que reencontrei neste fim de semana.

Criado em 1987 pelo programador português André Elias, o arcaico jogo de futebol estilo ‘manager’ – em que você é apenas “técnico” do time e aguarda atualizações de gols durante a partida -, ganhou novas e novas versões, mas talvez a que tenha marcado mais seja a de número 2, lançada em 1992.

Ontem baixei o jogo na internet e não me contive, fazendo uma atualização com 32 grandes times europeus. Uma verdadeira Champions League com quatro divisões contando com oito clubes cada.

Se quiser baixar, basta clicar aqui! Boa diversão!

Calendário novo possibilitaria Brasileirão diferente

Meses atrás postei aqui no blog uma sugestão de calendário para o futebol do nosso país, extinguindo os campeonatos estaduais e fazendo o Brasileirão durar o ano inteiro, com uma Série D que manteria todos os clubes pequenos em campo por pelo menos nove meses, disputando algo que realmente vale.

Pois bem. Finalizada a temporada 2013, resolvi esboçar como ficariam as quatro divisões nacionais no próximo ano, para dar uma ideia melhor do que estou falando. Vale ressaltar, que mais detalhes do calendário como um todo estão no texto anterior, linkado acima. Continuar lendo

Sobre a “39ª rodada” do Brasileirão

Última coisa que quero comentar sobre a “39ª rodada do Brasileirão” (prometo não falar sobre o assunto nem mesmo o resultado do julgamento):

Imaginemos duas situações. A primeira, com o Palmeiras brigando para subir da Série B ponto a ponto com o Icasa. Aí, na última rodada, os dois ganham seus jogos e o time cearense sobe. No dia seguinte, surge a informação da escalação de um jogador que estava suspenso, que entrou aos 32 minutos do segundo tempo e teve atuação apagada.

A segunda, envolveria o Flamengo. Depois de perder a final da Copa do Brasil para o Atlético Paranaense, é divulgado que o clube rival relacionou para o jogo um atleta que disputou a primeira fase pelo Itabaiana.

Vocês defenderiam que os infringentes fossem punidos e que seus times não fossem favorecidos, no caso Palmeiras subindo e o Flamengo ficando com o título?

Quem torce para outros clubes, pense em situações semelhantes e resposta.

E outra, antes que comecem a desviar o foco: sou contra o recurso do Vasco, acho que a decisão correta era não ter voltado para o campo.

Só que, todos os 20 clubes que disputaram o Campeonato Brasileiro assinaram o regulamento e aceitaram o Código Brasileiro de Justiça Desportiva como documento que “dissipa” os casos não-resolvidos.  Então, não adianta chorar.