Um dia de travessura – É assim que nascem as paixões

* Por Luiz Bianco

São 8 da manhã de um domingo emburrado, de vento frio e querendo chuva em São Paulo. Recebo uma mensagem logo cedo no telefone: “cara, não poderei ir, vai ficar para a próxima”. Ao calçar o sapatos e colocar uma blusa pra topar com o tempo nada amistoso da capital, recebo uma segunda negativa: “olha, não vai rolar, tô com algumas coisas pra fazer aqui. Mas vai lá”.

Éramos cinco e ficamos reduzidos a três. Eu, um amigo e minha brava namorada que topou enfrentar um dia diferente. Há um mês atrás eu já havia decidido. Eu tinha um compromisso de honra na Rua Javari para acompanhar o bravo Juventus da Mooca, o Moleque Travesso.

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